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Movimentos eclesiais dão sinal de vitalidade

Bento XVI dá impulso decisivo à Nova Evangelização

Congresso no Vaticano - 15 e 16 de Outubro de 2011

noticiaCongresso no Vaticano - 15 e 16 de Outubro de 2011

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa disse, no passado dia 17 de Outubro, que o primeiro encontro internacional sobre Nova Evangelização, promovido sábado e domingo pelo Vaticano, serviu para demonstrar a vitalidade da Igreja Católica.

“Testemunhar a fé não é propaganda, é vida, e todas as realidades eclesiais que ali apareceram disseram que o Espírito Santo está vivo na sua Igreja”, sustentou o padre Manuel Morujão, em declarações à Agência ECCLESIA.

A iniciativa, organizada pelo Conselho Pontifício para a Nova Evangelização (CPPNE), teve como tema “Novos evangelizadores para a Nova Evangelização – A Palavra de Deus cresce e se multiplica”.

O representante dos bispos portugueses que participou no encontro destacou a “presença de cerca de 115 realidades eclesiais dos cinco continentes, ligadas aos jovens, às famílias”, umas “mais numa linha interior, espiritual”, outras mais de “promoção da justiça, da evangelização explícita”.

Da Verbum Dei à Comunhão e Libertação, do Renovamento Carismático aos Neo-Catecumenais, do Movimento de Schoenstatt aos Focolares, todos os movimentos eclesiais colocaram em cima da mesa as “dificuldades” que sentem actualmente, em testemunhar a fé em Cristo.

Seja “na política, na economia, no desporto, na cultura, na vida familiar, na vida social”, transmitir a Palavra de Deus é cada vez mais um desafio, já que “o mal é que às vezes aparece nas primeiras páginas”, apontou o padre Manuel Morujão.

“Mas o Pentecostes está em pleno desenvolvimento”, acrescentou o sacerdote jesuíta, recordando que “mesmo em ocasiões de perseguição directa à Igreja houve também soluções”.

De acordo com o presidente do CPPNE, D. Rino Fisichella, o principal objectivo deste primeiro encontro internacional foi apresentar ao Papa Bento XVI e aos bispos espalhados pelo mundo “um sinal evidente de que a nova evangelização já está a ser feita há muito tempo”.

Fonte: Agência Eclesia